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Vendas de carros usados fecham semestre com alta expressiva

Vendas de carros usados fecham semestre com alta expressiva

A Fenauto divulgou seu relatório, referente às vendas de veículos seminovos e usados no mês de junho, fechando o primeiro semestre do ano. Segundo a entidade, no mês de Junho de 2024 foi registrada uma alta expressiva, em praticamente todos os índices apurados.


Comparativo de vendas entre maio e junho de 2024: alta de 7,3% (1.295.165 unidades comercializadas contra 1.207.575). Já se olhado o volume de vendas por dia útil entre maio e junho de 2024 a alta foi de 18%.


Quanto ao comparativo de vendas entre junho de 2023 e junho de 2024 o resultado também é positivo com alta de 10,2%. Já no comparativo de vendas acumuladas no 1º semestre de 2024 com o mesmo período de 2023 a alta é de 7,2% (7.343.752 unidades contra 6.851.087).


Os preferidos pelos consumidores em junho foram:


AUTO

VW - GOL 62.344

FIAT - UNO 34.255

FIAT - PALIO 33.222

 

COMERCIAIS LEVES

FIAT - STRADA 29.778

VW - SAVEIRO 18.959

TOYOTA - HILUX 14.240

 

MOTOS

HONDA - CG150 68.139

HONDA - BIZ 31.979

HONDA - CG 125 28.144

 

COMERCIAIS PESADOS

FORD - CARGO 2.198

VOLVO - FH 1.613

FORD - F4000 1.240


Para o presidente da Fenauto, Enilson Sales, o resultado até o final do ano caminha para ser muito positivo. “Temos mantido uma média, em geral, de cerca de 1,2 milhão de veículos comercializados por mês. Se fizermos uma conta simples para os próximos meses e somarmos ao já registrado até agora, poderemos chegar a mais de 15 milhões de veículos até dezembro. Lembrando que no final do ano, o varejo sempre tem uma evolução maior por conta das festas de final de ano, 13º, promoções de vendas etc. Assim, nossa expectativa é algo próximo de 15,3 milhões, um resultado muito bom, considerando os efeitos das enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, um dos estados que mais contribui com vendas para o resultado nacional, mas que vem recuperando seu potencial rapidamente. O que pode ameaçar o desempenho do setor é uma possível inflação maior para os próximos meses, como alguns analistas preveem e, consequentemente, segurar a queda das taxas de juros que vinha ocorrendo até recentemente.”

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