VLI bate recorde de movimentação ferroviária no Corredor Sudeste em maio
- Redação Publiracing

- há 3 horas
- 2 min de leitura

Companhia transportou 1,14 bilhão de toneladas por quilómetro útil no principal corredor logístico que liga o Centro-Oeste brasileiro aos portos da Baixada Santista, impulsionado pelo escoamento de grãos, açúcar e fertilizantes.
A VLI registrou em maio o maior volume mensal de cargas já movimentado em sua história no Corredor Sudeste, sistema ferroviário que conecta importantes regiões produtoras do Centro-Oeste aos portos da Baixada Santista, em São Paulo. No período, foram transportados 1,14 bilhão de toneladas por quilómetro útil (TKU), indicador que mede simultaneamente o volume de carga e a distância percorrida, servindo como referência para avaliar a eficiência operacional do transporte ferroviário.
O resultado foi alcançado em um corredor estratégico para o agronegócio e para a logística nacional. A estrutura é utilizada principalmente para o transporte de soja, milho, farelo, açúcar e fertilizantes, integrando a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) ao Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), em Santos. O sistema conta ainda com terminais intermodais localizados em Uberaba (MG) e Guará (SP), responsáveis pela transferência das cargas para a malha ferroviária.
O recorde ocorre em um contexto de investimentos recentes voltados à ampliação da capacidade logística. Neste ano, a companhia concluiu a implantação de uma nova linha férrea no Tiplam, com dois quilómetros de extensão e investimento de R$ 38 milhões. A infraestrutura foi projetada para ampliar em até 30% a capacidade de carregamento ferroviário de fertilizantes destinados principalmente às regiões agrícolas do Mato Grosso e de outros estados do Centro-Oeste.
A modernização do corredor também incluiu melhorias portuárias realizadas em 2025. Com investimento próximo de R$ 35 milhões, foram executadas obras de aprofundamento dos berços de atracação e do canal Piaçaguera, elevando o calado operacional de 13,35 metros para 14,10 metros. A alteração permitiu aumentar em cerca de 10% a capacidade de carga dos navios que operam no terminal, reforçando a integração entre ferrovia e porto e ampliando a eficiência do escoamento de commodities brasileiras para o mercado internacional.
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