Revista Publiracing

Alstom apresenta primeiro trem com célula de hidrogênio.

September 23, 2016

 

O trem com uma forma de energia econômica e ecológica como a célula de hidrogénio cumpre todos os requisitos fundamentais para o operação ferroviária, se tratando de uma tecnologia madura e econômica, que é agora aplicada após décadas de estudos, investigação e desenvolvimento, com alto grau de segurança em sua operação.

 

A aplicação da célula de combustível na propulsão ferroviária permitirá criar uma nova geração de trens, mais amigos do meio ambiente, mais eficientes e silenciosos, particularmente os que operam em vias não eletrificadas e que eram até então, diesel. Os tens incorporam novas tecnologias que vão além da célula de combustível e que melhoram a eficiência energética, como baterias que guardam a energia recuperada principalmente nas freadas das unidades.

 

O sistema funcional com as células de combustível produzindo eletricidade através da mistura do hidrogênio armazenado com o oxigênio do ambiente externo. Essa eletricidade alimenta os motores de tração elétricos e outros sistemas, tudo exatamente como um trem elétrico.

A única emissão é de vapor de água e água condensada, sem geração de gases ou partículas contaminantes. A eletricidade é produzida sem gerador ou turbina, o que torna o sistema mais rápido e eficiente.

 

A eficiência do sistema também se baseia no armazenamento da energia em baterias de ião-lítio de alto rendimento. Estas baterias armazenam a energia produzida pelas células e que não é utilizada no processo de tração, além da proveniente da recuperação da energia cinética produzida durante as freadas.    

 

Os novos trens oferecem prestações idênticas às ultimas gerações de trens regionais de tração diesel, tanto em aceleração, capacidade de frenada, e velocidade máxima, em redor de 140 Km/h. A autonomia depende da ortografia do terreno, e está anunciada entre 600 e 800 quilômetros. Além disso, os trens têm o mesmo nível de conforto e capacidade, cerca de trezentos passageiros por unidade, que as unidades diesel disponibilizadas atualmente.   

 

Os novos iLint vão ser fabricados na planta de Salzgitter, na Alemanha, e a Alstom oferece aos operadores deste novos trens um pacote de serviços que inclui além da manutenção das unidades uma infraestrutura completa para o suprimento do hidrogénio.  

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