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Expressas: Anfavea preocupada com taxação dos veículos elétricos

Atualizado: 24 de out. de 2021


No 10º Simpósio da SAE Brasil, Luiz Carlos Moraes, voltou a defender a redução de impostos para carros elétricos e a hidrogenio.


Moraes declarou: "O Brasil não pode ir à conferência do clima (COP26 ) enquanto taxa carros elétricos."


O motivo desta preocupação está no fato de a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), que fixou o imposto de importação para elétricos e a hidrogênio em até 7% ter data prevista para terminar no final deste ano.


Segundo o presidente da entidade que representa as montadoras com produção no Brasil, o NCM precisa ser renovada porque em caso contrário a partir de 2022 o imposto de importação retorna para 35%, tornando mais caro comprar um veículo elétrico, e retardando ainda mais um caminho que no Brasil já está defasado em relação ao restante do mundo, o da eletrificação.


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