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Brasil definitivamente fora do calendário 2022 do Extreme E


Brasil definitivamente fora do calendário 2022 do Extreme E

Logo após a celebração do final da sua primeira temporada, a espetacular categoria de veículos off-road elétricos Extreme E acaba de divulgar o calendário da temporada 2022, e definitivamente o Brasil está fora, lembrando que inicialmente o país fazia parte do calendário de 2021, mas após a desconfiança dos organizadores em conseguir realizar a prova em nosso país, o Brasil acabou por ser substituído em 2021, e agora na segunda temporada da categoria está fora definitivamente de uma categoria que tem como característica levar os competidores a disputarem provas em lugares que despertem o público para a necessidade de mudança de hábitos urgentes na tentativa de conseguirmos retroceder no acentuado desequilíbrio ambiental que o ser humano vem provocando no planeta.


Parte de sua missão é de conscientizar as pessoas sobre as questões das mudanças climáticas, como aquecimento global, derretimento das calotas polares, aumento do nível do mar, incêndios florestais e condições climáticas extremas, promovendo a sustentabilidade e a adoção de veículos elétricos para ajudar a proteger o planeta.



Mas, se saíram o Brasil e Argentina, país que também fazia parte do calendário inicial para a temporada inaugural, chegam outros dois países da América do Sul com os seus lindíssimos cenários, o Chile e o Uruguai.


Alejandro Agag, CEO e fundador da Extreme E, disse: “Depois de uma temporada de abertura espetacular, estamos entusiasmados por podemos anunciar nosso calendário da segunda temporada. Todos nós aqui na Extreme E estamos ansiosos para revisitar alguns dos locais de disputas incríveis em 2021 mas queríamos adicionar a América do Sul à nossa lista de continentes e, com visitas planejadas ao Chile e Uruguai, esta deverá ser outra temporada emocionante. ”

Ainda sem lugar definitivo está a terceira ronda da temporada, programada para ocorrer em julho, e que deverá visitar a Escócia ou o Senegal.


Calendário 2022 do EXTREME E
Calendário 2022 do EXTREME E

Logística da categoria segue de navio


Uma das características da categoria é a forma como toda a logística das competições é transportada. O navio St. Helena - antigo Royal Mail – é a peça central, flutuante, do campeonato - transportando os veículos da série, equipamentos de logística e infraestrutura de paddock, além de hospedar pesquisas científicas com seu laboratório de bordo, tudo em uma tentativa de reduzir o impacto da logística das viagens em comparação com deslocamentos via transporte aéreo, a maior fonte de poluição em termos de transporte global.


As corridas mano-a-mano, conhecidas como X Prix, acontecem em dois dias, em uma área não maior que 10km², com cada equipe levando um piloto masculino e um feminino, cada um completando uma volta do percurso. Os designers das pistas são encarregados de selecionar cuidadosamente as opções de percurso, que proporcionam a ação mais desafiadora e emocionante, usando obstáculos e recursos naturais existentes como mudanças de elevação e saltos, a fim de minimizar o impacto ambiental.



Os organizadores da corrida realizam avaliações ambientais, sociais e econômicas completas de cada local para salvaguardar a proteção ambiental e inclusão social. Esses relatórios influenciaram a maneira como o Extreme E opera, desde o consumo de água, gerenciamento de resíduos e iluminação no local até o gerenciamento do terreno, garantindo que após as corridas os locais sejam mantidos intactos.


Além disso, em cada local, a Extreme E trabalha com especialistas locais, governos e ONGs para implementar iniciativas de legado positivo que dependem das necessidades regionais. Exemplos de programas herdados na 1ª temporada foram o financiamento de um projeto de conservação de tartarugas ao longo da costa do Mar Vermelho; o plantio de um milhão de manguezais com a ONG TO.org e Oceanium no Senegal; um projeto ligado aos produtores de cacau que desenvolveram um trabalho voltado para a conservação da Amazônia no estado do Pará, Brasil; e a criação de um programa de educação climática para mais de 3.500 crianças em idade escolar em toda a Groenlândia, numa ação realizada juntamente com a UNICEF.



 

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