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Revista Publiracing

Martinho da Vila sobe ao palco do Teatro Bradesco, para celebrar 80 anos de vida e lançar o novo álb


O incansável Martinho da Vila, um dos nomes mais respeitados da música popular brasileira, retorna ao palco do Teatro Bradesco, em São Paulo, no dia 9 de dezembro, para mais uma apresentação mais do que especial.

Com realização da Opus Promoções, cantor, compositor, poeta e escritor Martinho José Ferreira, que celebra 80 gloriosos anos de vida, promete encantar e emocionar o público, no próximo dia 9 de dezembro (domingo), com o repertório da turnê do mais recente lançamento “Bandeira da Fé”.

Acompanhado da filha Maíra Freitas no piano e dos músicos Gabriel de Aquino, Alaan Monteiro, João Rafael, Gabriel Policarpo e Bernardo Arias, o artista também promete desfilar clássicos como “Devagar Devagarinho”, “Casa de Bamba”, “O Pequeno Burguês”, “Canta, Canta, Minha Gente”, “Disritmia” e “Ex-Amor”, além das principais composições do novo álbum.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Bradesco e pelo site Uhuu.com, e custam de R$ 50 a R$ 240. Mais informações no serviço abaixo.

Artista exclusivo da Sony Music, Martinho lança o CD, que leva o mesmo nome do espetáculo, com 12 músicas de sua autoria. Algumas em parceria com outros artistas, em sua maioria, inéditas.

Em seu 48º álbum, ele nos brinda com juventude e leveza nas levadas e interpretações de suas canções, mescladas à sabedoria adquirida em oito décadas muito bem vividas entre o interior do estado (Duas Barras, sua cidade natal, e onde hoje tem um sítio), a Vila Isabel (o bairro e a escola que estão em seu sangue e no próprio nome) e a Barra da Tijuca (onde reside há mais de uma década). São três visões que se irmanam. A contemplativa do interiorano, a engajada do sambista negro que veio da pobreza e ganhou o país (e até o mundo) e a despretensiosa dos cariocas que adotaram a parte praieira da zona oeste.

Em “Bandeira da fé”, Martinho se desdobra em personagens que exaltam a mulher, o samba, o carnaval e a negritude, se preocupam com o país e outros que desistem e vão se exilar em algum recanto da própria cidade ou até mesmo em Portugal.

Especialista em cunhar discos temáticos, sua ideia principal neste álbum foi reciclar temas presentes em sua vasta obra para comemorar seus 80 anos. Ele diz que este será seu último CD oficial, que, aliás, tem, mais uma vez, uma capa belíssima de Elifas Andreato. Mas é difícil de acreditar, pois ele sempre foi uma máquina de fazer bons discos.

Duração: 90 min.

Classificação: Livre

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