• Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • Instagram
Revista Publiracing

Com presidência de Paulo Kakinoff, lucro operacional da GOL cresce 92,7% e alcança R$ 42,8 milhões n


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, líder do mercado brasileiro, anuncia o resultado consolidado do segundo trimestre de 2018, com um lucro operacional de R$ 42,8 milhões no período, representando margem operacional de 1,8%. Esse resultado significa um crescimento de 92,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e também a maior margem em um segundo trimestre desde 2010. O balanço consolida o momento positivo da Companhia, com destaque para a melhoria significativa nos indicadores operacionais, forte crescimento na receita, cenário de custo controlado, expansão das margens e fortalecimento do balanço.

Como resultado de uma estratégia eficiente do negócio, baseada em melhorias de indicadores operacionais e um cenário de custos controlados, a GOL relata o EBITDA trimestral – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – de R$ 207,9 milhões no 2T18. A combinação de maior demanda com eficiência na gestão da frota resultou em R$ 2,4 bilhões de receita líquida no trimestre, um incremento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A relação de dívida líquida (excluindo os bônus perpétuos) sobre EBITDA foi de 2,9x no 2T18, melhor em relação ao 2T17 (4,2x). A liquidez total, incluindo caixa, aplicações financeiras, caixa restrito e contas a receber, totalizou R$ 3 bilhões, um aumento de 70,6% sobre 30/06/2017.

“Continuamos focados em oferecer a melhor experiência em transporte aéreo com serviços exclusivos e com pontualidade aos nossos clientes, em aeronaves novas e modernas, como a recém-recebida MAX 8 que já está em operação, que interligam nossos principais mercados em horários e frequências de maior conveniência. Está comprovada a assertividade da nossa estratégia de oferecer um produto diferenciado e de alta qualidade, além de mantermos a liderança nas baixas tarifas, a melhoria contínua de nossos resultados e eficiência operacional”, comentou Paulo Kakinoff, presidente.

Operação

Analisados conjuntamente, os resultados operacionais refletem o êxito no controle de custos e na execução operacional e preocupada na conquista da preferência do Cliente. No segundo trimestre de 2018, a GOL atingiu o índice de 93,6% dos mais de 58 mil voos da empresa decolando no horário, segundo dados da Infraero. Mantendo sua tradicional disciplina quanto à gestão da capacidade, além da contínua otimização da malha aérea, a taxa de ocupação foi de 78,1%, aumento de 0,2 p.p. em relação ao mesmo período de 2017.

O RPK - número de passageiros pagantes transportados por quilômetro voado - trimestral teve aumento de 2,5% (passando de 8,1 bilhões no 2T17 para 8,3 bilhões no 2T18). O Yield - valor médio pago por passageiro por quilômetro voado – subiu 7,6% na comparação trimestral, resultando em RASK (receita por assento por quilômetro voado) líquido de 22,05 centavos (R$) no 2T18, aumento de 6,7% em comparação ao 2T17. No trimestre, a utilização das aeronaves ficou em 11,2 horas por dia (0,7 menor que no 2T17), enquanto o breakeven da taxa de ocupação reduziu 0,4 p.p. e atingiu 76,7%. A oferta cresceu conservadoramente, com ASK aumentando 2,2% versus o 2T17 (impulsionado pelo crescimento no número de decolagens em 0,6%).

A frota atual da Companhia é composta de 119 aeronaves Boeing 737, sendo 117 deles em operação ao final do segundo trimestre de 2018, uma arrendada a uma empresa no exterior e a nova aeronave 737 MAX 8 recebida em dia 30 de junho de 2018. O CASK total – custo por assento quilômetro voado - foi de 21,66 centavos (R$), 5,9% superior quando comparado ao segundo trimestre de 2017, fundamentalmente em função do aumento do custo do combustível. O CASK ex-combustível teve redução de 1,4%, reflexo da preservação dos níveis de produtividade da frota e resultado operacional com venda de aeronaves, parcialmente compensado por um aumento nos custos com comerciais e publicidade, e pela maior depreciação decorrente da manutenção capitalizada em componentes principais das aeronaves (incluindo motores).

Ao longo de 2018, a GOL manterá foco na otimização da utilização da sua frota, objetivando capturar novos ganhos de produtividade e eficiência por meio da incorporação dos novos 737 MAX 8 durante esse segundo semestre do ano. Com isso, a Companhia fortalecerá sua vantagem de custo, uma vez que em base unitária, o MAX consome aproximadamente 15% menos combustível por ASK em relação aos modelos 737 800 NG.

#AVIAÇÃO #GOL

Laja Revista Publiracing
Reserve seu espaço