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Revista Publiracing

Renfe Mercancías continua apresentando resultados negativos


A área de transporte de carga do operador público espanhol não logrou atingir o objetivo de fechar o ano com as contas equilibradas, como definido no plano trianual de recuperação 2017-2019.

A Renfe Mercancías fechou o ano ainda com prejuízos apesar de ter aumentado em 7,3% o volume de carga transportada, que totalizou 19,63 milhões de toneladas. Além disso, a taxa de ocupação dos seus trens subiu para 41,6%, em comparação com os 40,7% de 2016. Estes números representam um prejuízo de 16,98 milhões de euros.

O grupo espanhol justifica os resultados pelo atraso no fecho dos desinvestimentos previstos pelo governo espanhol. A companhia espera registar 7,79 milhões de euros em vendas de ativos, as quais acabaram por não ser contabilizadas.

A subsidiária reduziu sua receita em 0,5% no ano passado, para 227,7 milhões de euros. Esse valor foi inferior aos 228,6 milhões que somaram as despesas, apesar destas terem sido reduzidas em 3,7%. Este decréscimo resulta, em grande parte, da redução dos recursos humanos devido ao programa de rescisões voluntárias incluído no plano e já realizado no ano passado. Assim, o lucro operacional bruto (EBITDA) da Renfe Mercancías encerrou o ano em 950 mil euros negativos.

Operação de passageiros com lucro

A Renfe compensou as perdas do negócio de carga com os lucros da Renfe Viajeros (transporte de passageiros), que dispararam 51,2%, para 74,94 milhões de euros, graças ao impulso do AVE( trem de alta velocidade que liga importantes cidades na Espanha ). Além disso, o área da manutenção e a nova divisão de aluguel de trens contribuíram, respectivamente, com 12,39 milhões e 2,93 milhões de euros na participação da empresa.

#RENFE #FERROVIA #TRANSPORTE

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