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Revista Publiracing

Dakar 2018: Carlos Sousa foi 13º na quarta etapa e sobe na classificação


Vencidos os problemas de navegação e mecânicos dos primeiros dias de competição, o português Carlos Sousa foi o 13º mais rápido nos 330 quilômetros da especial numero quatro da edição 2018 do Dakar.

Com isso o piloto da cidade de Almada recuperou da 26ª posição subindo ao 15º lugar da classificação geral. Na quinta etapa a disputa é no deserto de Tanaca no dia em que os competidores se despedem do Peru a caminho da Bolívia.

“Estou contente, claro”, começou por sublinhar Carlos Sousa no final da 4ª etapa. “Este foi o dia mais duro desde que partimos de Lima. Uma especial muito dura e difícil, muito ao meu estilo”. Com muitas dunas, com muito ‘fesh-fesh’ e algumas travessias de rios repletos de pedras. O Duster resistiu a tudo e o Pascal (Maimon) fez um excelente trabalho na navegação”.

Ainda assim, Carlos Sousa admite que não foi um dia isento de percalços, mas num Dakar com um começo tão duro e difícil como o da edição deste ano, se calhar esse desejo é uma utopia. “Ao quilômetro 40 quebrou o coletor de escape e, por causa disso, o motor perdeu alguma potência. Por estarmos no deserto, optamos por baixar ainda mais a pressão dos pneus e a opção revelou-se bastante acertada, pois ultrapassamos as dunas com uma extraordinária eficácia.” Mas o quarto dia no Dakar também ficou marcado por “um furo e algum tempo perdido ao ficar preso na areia ao frear após ver um piloto de moto caído a precisando de assistência”

Incidentes típicos do Dakar, ainda mais em especiais tão duras como estas iniciais disputadas no Peru. Uma das vítimas do dia foi precisamente o argentino Emiliano Spataro, companheiro de equipa de Carlos Sousa que quebrou a suspensão dianteira do Duster.

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