• Redação / Revista Publiracing

Niro, Cadenza GDI e Optima GT são as novidades da Kia Motors


Em sua 13ª participação, a Kia Motors do Brasil leva para a 29ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, de 10 a 20 de novembro, no São Paulo Expo, três novidades da marca sul-coreana: o SUV compacto híbrido Niro, o sedã Cadenza com sistema de alimentação direto e o sedã Optima com injeção direta e turbo. Em complemento, a Kia Motors mostra ainda os modelos Grand Carnival, Mohave, Picanto (mecânico e automático), Quoris (top), Soul, Soul EV e o Sorento, em seu estande de 2.115 metros quadrados.

“Além desses modelos, teremos ainda o Rio em 2017, nas versões hatch e sedã. Temos muito a mostrar ao consumidor brasileiro. No entanto, antes precisamos resolver a questão dos 30 pontos adicionais do IPI, sem limitação de cotas, impostos aos veículos importados. Até porque, a partir de agora, poderemos ter três modelos vindos do México, o Cerato, o Rio e um futuro SUV compacto. E produtos provenientes do México têm o imposto de importação zerado, mas com recolhimento de 30 pontos percentuais no IPI”, explica José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

Segundo Gandini, “mesmo sem o imposto de importação, ao trazer veículos mexicanos da Kia Motors, precisamos ter isonomia em relação aos competidores que trazem produtos do México, ou seja, ter a igual taxação. Por esse motivo, é fundamental que tenhamos isonomia no imposto sobre produtos industrializados, no caso dos importados hoje com 30 pontos percentuais a mais”.

Cenário similar ilustra a situação dos novos produtos – Niro, Cadenza GDI e Optima GT –, além dos Soul EV e Optima Hybrid, estes disponíveis para comercialização sob encomenda e apresentados no Salão do Automóvel de 2014. “São todos produtos de alta tecnologia, mas é necessário que haja taxação diferenciada aos produtos híbridos e elétricos para que sejam viáveis do ponto de vista mercadológico diante dos carros convencionais”, argumenta Gandini.

Na avaliação de Gandini, porém, com a efetivação de Michel Temer na presidência da República que, em recente viagem à Índia, posicionou-se contrário ao protecionismo, e diante das manifestações de importantes dirigentes da indústria automotiva brasileira também contrários ao protecionismo e à artificialidade na condução da economia, abrem-se perspectivas de o Brasil tornar-se mais competitivo no setor automotivo por meio da inovação, engenharia e desenvolvimento de novos produtos. “Isso só é possível com a igualdade de competição, sem subsídios e sem protecionismo, até porque já recolhemos os maiores tributos do mundo, regulados pela Organização Mundial do Comércio”, enfatiza.

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