• Artur Semedo - Revista Publiracing

Abesata lança a edição 2016 da publicação sobre os serviços auxiliares no transporte aéreo


A Revista Publiracing esteve presente no lançamento da edição 2016 da publicação, “Panorama dos serviços auxiliares de transporte aéreo no Brasil”. O evento que reuniu jornalistas, empresas, autoridades e convidados para um almoço onde o estudo foi apresentado para todos os agentes que ansiosos esperavam sua publicação.

A publicação que se tornou uma referencia para o mercado do ground handling, apresenta os principais indicadores de mercado e se consolidou como uma importante ferramenta na análise do setor e auxiliando na tomada de decisões.

As operações das Esatas vão da gestão de salas de embarque, atendimento e controle de embarque e desembarque de passageiros, carga, catering, combustível e lubrificantes, pontes de embarque, auxilio e sinalização para aeronaves em solo, reboque e limpeza de aeronaves, comissária entre muitas outras operações, num total de 19 diferentes atividades previstas pela legislação para este tipo de empresas.

E na coletiva de imprensa de Ricardo Aparecido Miguel, presidente da entidade, foram apresentados alguns dos números mais expressivos da atividade destas empresas ao longo de 2015. Com a atual situação politica e econômica a afetar todos os setores da atividade comercial e empresarial no Brasil, e de forma também ela intensa as companhias de transporte aéreo, e não poderia deixar de afetar assim a atividade das associadas da Abesata.

No entanto uma curiosa movimentação do mercado levou a resultados animadores tanto no comparativo 2014/2015, bem como quanto a perspectivas de crescimento para os próximos anos. A passagem de muitas das atividades que até então eram executadas pelas próprias companhias aéreas, e que numa tentativa de redução de custos foram transferidas para as Esatas, mais eficientes ao estarem cada uma delas especializadas em operações específicas, e por isso mesmo com um custo na sua contratação invariavelmente inferior para as companhias aéreas, e que assim além da redução fundamental de custos, podem focar exclusivamente em sua atividade, o transporte de passageiros ou mercadorias.

Este movimento que vem sendo sentido principalmente desde 2013 resultou num faturamento de R$ 1,2 bilhão em 2015, uma alta de 25% em relação ao acumulado de 2014, e uma participação das empresas do setor em 70% das operações aéreas no país.

Em relação ao nível de emprego nas Esatas, elas são responsáveis por empregarem 31 685 pessoas, uma queda de 3,4% em relação a 2014 quando o total era de 32 995.

Já na divisão de tarefas nos aeroportos, movimentação de carga, atendimento à aeronave no solo, limpeza, atendimento e controle de embarque e desembarque de passageiros, são as atividades mais importantes realizadas pelas empresas do setor.

Outro numero interessante divulgado neste estudo, é a presença destacada das mulheres, que representam hoje 43% da força de trabalho, muitas vezes especializada, das associadas da Abesata.

Ricardo Aparecido Miguel referiu “Vemos um enorme potencial de crescimento para as Esatas, pois a fatia dos serviços desempenhados atualmente vai crescer até atingir a média mundial”. Ainda ressaltando a importância destas empresas para um transporte aéreo de mais qualidade no Brasil, Ricardo resumiu “O impacto direto da qualidade das Esatas atinge a pontualidade das companhias aéreas, ganho de produtividade e atendimento, orientação e hospitalidade de passageiros e tripulantes, saúde e conforto de passageiros e tripulantes e segurança de voo”.

Fotos: Agência AJLS Comunicação / Revista Publiracing

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