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Revista Publiracing

Abesata visita CGNA para falar de Rio 2016 e definir presença permanente na organização


A delegação compostas por representantes dos principais associados e o presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo), Ricardo Aparecido Miguel, esteve no final do mês passado no CGNA (Centro de Gerenciamento de Navegabilidade Aérea), no Rio de Janeiro, para conhecer a estrutura da organização. O grupo foi recebido pelo chefe do CGNA, Cel Medeiros, em conjunto com Tenente-Coronel Short, o chefe da Divisão de Operações, e o Cel Freitas Lopes, que foi o primeiro chefe do CGNA e agora coordena a área de grandes eventos.

O propósito da visita foi conhecer melhor o funcionamento do CGNA e avaliar a possibilidade de inserir uma equipe do segmento de empresas auxiliadores permanentemente na organização. O CGNA já conta com representantes das companhias aéreas, concessionárias aeroportuárias, Banco Central, Central Nacional de Transplantes, Anvisa, Receita Federal e outros para o processo de decisão colaborativa em relação ao uso do espaço aéreo e eventuais contingências.

“Já estaremos no CGNA durante a Rio 2016, mas a questão que queremos avaliar é a presença permanente”, disse Ricardo Miguel, da Abesata. Para ele, a surpresa foi ver, durante a visita, o pessoal de operações ficar impressionado com os ganhos que podem ter com o acesso à informação do CGNA no dia a dia. Participaram da visita representantes da Swissport, dnata, RP, ProAir, Orbital e Universal Aviation.

No Brasil, as chamadas Esatas (Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) estão presentes em 70% das operações da aviação comercial, seja na realização de serviços operacionais (abastecimento de água, catering, carregamento de bagagem etc), serviços de proteção, serviços de emergência e serviços comerciais. Os dados fazem parte do levantamento do 1.° Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos, lançado no fim do ano passado.

Ao todo existem hoje 211 empresas de Esatas no Brasil, sendo que a maior parte está em São Paulo, 70 companhias, seguido de Minas Gerais, com 45, Rio de Janeiro, 36, e Rio Grande do Sul, com 31 empresas do setor. A maioria se concentra na prestação de serviços operacionais para as empresas aéreas regulares, 147 empresas, mas muitas estão envolvidas com outros serviços, tais como atendimento de aeronaves (60), limpeza de aeronaves (50), movimentação de carga (50), atendimento e controle de embarque de passageiros (38), entre outros.

Foto: Divulgação

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