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Abesata quer representatividade no segmento de aviação executiva


O presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), Ricardo Aparecido Miguel, e o consultor técnico da entidade, André Lima, foram conhecer o FBO da Embraer em Sorocaba, o centro de serviços para jatos executivos da empresa, no começo do mês. “Ficamos muito impressionados com o altíssimo padrão de qualidade, similar aos encontrados nos melhores aeroportos do mundo”, disse Miguel.

Para ele, a aproximação com a aviação executiva é fundamental para ampliar a representatividade da Abesata, mas também essencial quando se tem em mente que as Olimpíadas de 2016 se aproximam e uma operação especial está sendo costurada pela SAC (Secretaria de Aviação Civil) com intensa participação das esatas, como são chamadas as empresas auxiliares do transporte aéreo.

No FBO da Embraer, Ricardo Miguel e André Lima estiveram com André Góes de Camargo, presidente da Universal Aviation do Brasil. A empresa presta serviços auxiliares junto à Embraer no FBO no Aeroporto de Sorocaba, entre outros contratos.

“Entendemos que a aproximação com a aviação executiva é parte do processo de maturação da entidade, começamos forte e estamos colhendo os frutos das ações junto à aviação comercial, agora é o momento de ampliarmos o olhar para os demais setores que compõem a cadeia de serviços auxiliares”, finalizou Miguel.

No Brasil, as chamadas Esatas (Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) estão presentes em 70% das operações da aviação comercial, seja na realização de serviços operacionais (abastecimento de água, catering, carregamento de bagagem etc), serviços de proteção, serviços de emergência e serviços comerciais. Os dados fazem parte do levantamento do 1.° Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos, lançado no fim do ano passado.

Ao todo existem hoje 211 empresas de Esatas no Brasil, sendo que a maior parte está em São Paulo, 70 companhias, seguido de Minas Gerais, com 45, Rio de Janeiro, 36, e Rio Grande do Sul, com 31 empresas do setor. A maioria se concentra na prestação de serviços operacionais para as empresas aéreas regulares, 147 empresas, mas muitas estão envolvidas com outros serviços, tais como atendimento de aeronaves (60), limpeza de aeronaves (50), movimentação de carga (50), atendimento e controle de embarque de passageiros (38), entre outros.

Foto: Divulgação

#ABESATA

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