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Revista Publiracing

Para segmento das empresas auxiliares, potencial anunciado da aviação civil é animador


Para o presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas Auxiliadores do Transporte Aéreo), Ricardo Aparecido Miguel, os dados apresentados esta semana pela SAC (Secretaria de Aviação Civil) em Brasília, são no mínimo um estímulo para o segmento de ground handling. O executivo acompanhou a apresentação dos dados da pesquisa “O Brasil que voa”, feito por Guilherme Ramalho, secretário executivo da SAC, e depois ouviu atentamente a fala do Ministro Eliseu Padilha.

“Pensar que temos mais 252 cidades com potencial para ter rotas regulares bem sucedidas em termos de ocupação é um alento para o segmento das empresas de serviços auxiliadores do transporte aéreo”, disse Miguel. Isso porque o setor precisa da expansão dos voos e dos aeroportos para poder crescer. Miguel se disse praticamente impressionado com a estimativa trazida pelo levantamento de quem em 2034 serão 600 milhões de passageiros ao ano.

O presidente da Abesata também gostou da referência do ministro ao mandarim, que usa dois símbolos para falar em crise – perigo e oportunidade.

“Representamos um setor – sempre atento às oportunidades - que é parte do sistema aeroportuário e falamos em nome de empresários que estão investindo e querem investir ainda mais no Brasil, por isso nada melhor que conhecer um estudo feito com profundidade e que apresenta um potencial de crescimento bastante expressivo”, concluiu Miguel.

No Brasil, as chamadas Esatas (Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo) estão presentes em 70% das operações da aviação comercial, seja na realização de serviços operacionais (abastecimento de água, catering, carregamento de bagagem etc), serviços de proteção, serviços de emergência e serviços comerciais. Os dados fazem parte do levantamento do 1.° Anuário Brasileiro de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos, lançado no fim do ano passado.

Ao todo existem hoje 211 empresas de Esatas no Brasil, sendo que a maior parte está em São Paulo, 70 companhias, seguido de Minas Gerais, com 45, Rio de Janeiro, 36, e Rio Grande do Sul, com 31 empresas do setor. A maioria se concentra na prestação de serviços operacionais para as empresas aéreas regulares, 147 empresas, mas muitas estão envolvidas com outros serviços, tais como atendimento de aeronaves (60), limpeza de aeronaves (50), movimentação de carga (50), atendimento e controle de embarque de passageiros (38), entre outros.

Imagem: Divulgação

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